Ano: 2023
Direção:
Tyler MacIntyre
Roteiro:
Michael Kennedy
Elenco:
Jane
Widdop
Jess McLeod
Katharine Isabelle
Justin
Long
SINOPSE: Há um assassino a solta na cidade fictícia de Angels Falls. Após um confronto com a nossa protagonista, Winnie Carruthers (Jane Widdop), ela o mata, salvando seus amigos. Um ano após os ataques do Anjo (nome do assassino mascarado do filme), a vida continua normalmente para a cidade e para os familiares de Winnie. Para ela, normal até demais já que ninguém comenta sobre o assunto e agem como se nada tivesse acontecido. Ao desejar nunca ter nascido, Winnie vai parar em um universo alternativo no qual ela não existe e que o assassino ainda vive e terroriza a cidade.

Dirigido por Tyler MacIntyre, com o roteiro de Michael Kennedy (co-roteirizou o sucesso Freaky ao lado de Christopher Landon) e cria do streaming de horror Shudder (MUITO INFELIZMENTE não disponível no Brasil), It’s a wonderful knife é um slasher natalino que já me criou expectativas só por esse nome maravilhoso. Uma brincadeira com título do filme de 1946 It’s a wonderful life (aqui no Brasil é conhecido como A felicidade não se compra), estrelado por James Stewart. Além de ser um terrir, uma mistura que me agrada demais.
O filme traz rostos conhecidos como Justin Long (Olhos famintos, Arraste-me para o inferno, Noites brutais), Joel McHale de Community, Jane Widdop (Yellowjackets) e a minha queridinha do elenco, Katharine Isabelle (franquia Ginger Snaps e American Mary).
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O design da roupa do assassino é tão mequetrefe que eu demorei para me ligar que era um daqueles anjos de enfeite de natal (só caiu a ficha quando alguém menciona que ele é conhecido como o Anjo). Dai fica a pergunta: eu demorei por motivos de lerdeza minha ou é que o design é meio meh mesmo? Fica ai o questionamento!

Em algum momento, eu me desconectei totalmente do plot da Winnie tentando voltar para casa e eu só queria que ela conseguisse para que o filme acabasse logo. Infelizmente, mesmo com rostos conhecidos e de atores e atrizes que eu adoro. O longa foi me perdendo a partir do seu segundo ato e, ao final, um filme de 1 hora e 27 minutos parecia ter tido umas 3 horas de duração.
Não pretendo me alongar muito nesse texto, pois confesso que eu não tenho muito o que dizer sobre o filme. Só digo que assistam e tirem suas próprias conclusões sobre It’s a wonderful knife (esse título é muito legal, gente).

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